Podcast #6 – Wolfenstein

Bichos! Neste episódio Juliane Hernandes Barone (Anebarone), Marcos Tirso e Marvox contam a história de Wolfenstein! Isso vem lá da Muse Software, criadora de Castle Wolfenstein e Beyond Castle Wolfenstein, que depois são reutilizados pela id Software para criar o vovôzinho dos shooters em primeira pessoa: Wolfenstein 3D! A partir daí, temos outros “netos” como Return to Castle Wolfenstein, seu multiplayer (Enemy Territory), o Wolfenstein de 2009 e as belíssimas criações da Machine Games de 2014, os Wolfenstein: New Order e Old Blood.

Aperte o Play e ouça o barulho da bicharada!

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Comentado neste podcast:

Imagens:

Sokoban

Rise of the Triad, que seria o Wolfenstein II

Heinrich I (do Return to Castle Wolfenstein), Rei Henrique o Passarinheiro (Heinrich der Vogler / Henry the Fowler) e Heinrich Himmler. O que eles tem em comum? Só o nome.

Esse senhor à direita? É o Hans Grosse.

Vídeos:

Fase secreta com tema de Pac Man, no Wolf3D

Operation Wolf, dos arcades

Super 3D Noah’s Ark (o jogo bíblico que usou a engine do WOlf3D)

Detonado da fase de easter egg (do Wolf 3D) no Wolfenstein: Old Blood, pelo Marvox

Gameplay de Maze War, de 1974

Gameplay de Catacomb 3D

Gameplay do Spear of Destiny

Fase secreta do Doom com uma recriação modificada da primeira fase do Wolfenstein 3D

Speedrun do Wolfenstein de 2009 que assistimos.

Sites e links variados:

Sede da Schutzstaffel no castelo de Wewelsburg, com a Roda do Sol ou o “Black Sun” no chão, comentado pela Cabrita.

Singularity, lançado um ano após o Wolfenstein de 2009.

Músicas da Neumond Recordings, a gravadora criada pela Machine Games para promover o New Order. Vale a pena conferir as músicas.

A cena do trem.

Produção:

Pauta: Marcos Tirso

Edição: Anebarone

About Juliane Hernandes Barone

Oi! Pode me chamar de Cabrita ou Ane. Sou ilustradora freelancer e co-fundadora do Bichos Geeks, que é tipo o meu filhote. Posto minhas ilustrações neste outro site.
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4 comments

  1. First! 😛

    Gostei de vocês terem citado toda a franquia. Eu lembro de ter jogado Wolfestein só no emulador de super nintendo. Eu particularmente achava estranho quando vi as novas versões, mas vocês deram uma abordagem legal sobre eles que deu vontade de jogar.

    1. Tenho uma dó da versão de SNES, não pelas modificações. Mas o downgrade foi um pouco grande, os inimigos e o cenário a distância ficam pixelados até demais. Hahahaha Mas cheguei a jogar essa versão só em emulador também. De resto é uma franquia muito querida nossa, e esses últimos jogos só nos deram mais vontade de jogar mais FPSs assim.

  2. Carmack não gostou de programar as paredes que deslizavam para revelar as áreas secretas. Ele achou que ia ter que fazer gambiarra no código fonte da engine.

    E de quem foi a ideia de usar um pool de munição para todas as armas? Eca.

    Wolfenstein New Order e Old Blood são fenomenais, eu quis morar naqueles jogos (pensando bem, melhor não)

    1. O pool de munição pode servir para o jogador ter mais estratégia durante o jogo e economizar balas… But I call bullshit. A Ane criança morria de medo de ter de voltar para a parede secreta para pegar balas, enquanto o Hans Grosse corria atrás dela. Ainda mais nas dificuldades maiores, em que aí sim era essencial gastar todos os seus clips antes de pegar munição, para não perder balas na “void” do limite de 99 balas.

      Por isso que foi lindo os novos Wolfenstein adicionarem o modo “pode entrar metendo bala em todo mundo sem se preocupar,” para quem se traumatizou com a economia de balas lá do Wolf3D.

      Engraçado o Carmack cismar com isso. Ele fez tanta coisa aparentemente sem nem se esforçar. Super gênio (mas parece ser um chatão? Quando estudo a história da id vejo várias tretas dele ahahaha.)

      Sua vontade de morar no New Order é a minha vontade de morar em Hillys, do Beyond Good and Evil. Mas tem governo autoritário E alienígenas assassinos, então também fico em conflito.

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